Prostitutas assumem profissão no Cuanza Norte


Várias mulheres de entre 18 aos 40 anos de idade, que fazem da prostituição sua profissão, em Ndalatando, assumiram que se dedicam a esta prática, maioritariamente com automobilistas que frequentam aquela região, provenientes de diversos pontos do país.

Segundo fonte da Angola-Online, na Esplanada “Às Mangueirinhas”, junto dos postos de abastecimento de combustível, à saída de Ndalatando, para Luanda, a partir das 19 horas, são visíveis mulheres, trajadas de calções curtos, colãs e outras roupas extravagantes, resistindo ao frio que ainda se faz sentir na urbe.

“Quando pára uma viatura defronte “Às Mangueirinhas”, elas, geralmente em grupos de quatro ou cinco aparecem a exteriorizar simpatia e, mais tarde, o negócio termina em relações sexuais”, referiu a fonte.

JB (a abreviatura é propositada) disse que “é preciso ser meiga para conquistar a sensibilidade do cliente”e acrescentou que a opção pelas “Às Mangueirinhas”, deve-se à necessidade de atrair os numerosos camionistas oriundos de diversos pontos do país, que escolhem o local para repousar.

“Também aparecem homens de todos os estratos sociais residentes em Ndalatando, mas os preferidos são os operários chineses que escalam a região, alegadamente por fazerem sexo rápido e pagarem ligeiramente mais do que qualquer outro cliente local”, conta a jovem.

Se antigamente era uma prática feita às escondidas, hoje a prostituição no Cuanza-Norte é um acto assumido abertamente pelas mulheres que aderiram a esse mundo. Esta prática estende-se pelos municípios de Cazengo, Cambambe, Lucala, Samba-Cajú e Ambaca, que perfazem 50 locais de concentração, no dizer da directora do Gabinete Provincial da Saúde, Filomena Wilson.

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