Mais de quatro toneladas de alho em risco de estragar


Perto de quatro toneladas de alho, colhidas por camponeses do sector de Licua, município de Mavinga, 770 quilómetros a Leste da cidade de Menongue, província do Cuando Cubango, correm o risco de se deteriorar por falta de escoamento.

Em declarações à imprensa, a produtora Albina Chilombo disse que grandes quantidades de alho permanecem sem compradores por causa do mau estado das estradas que dão acesso às zonas comerciais.

Albina Chilombo referiu que os camponeses de Licua e de outras aldeias lamentam a situação que tem provocado o desperdício de centenas de toneladas de produtos diversos, como é o caso do alho.

A produtora do Cuando Cubango deu a conhecer que quando não chove acaba por recorrer ao mercado do Rundu, República da Namíbia, cuja viagem demora entre três a cinco dias, para adquirir bens industriais em sistema de permuta directa com a população daquele país.

Na campanha agrícola 2019/20 foram colhidas mais de 100 toneladas de alho no Pólo Agropecuário do Licua. A maioria da produção foi absorvida pelos mercados da Namíbia e da Zâmbia.

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