Isabel dos Santos molhou 'pão' milionário de genro de Agostinho Neto na Sonangol


Quando Isabel dos Santos ascendeu ao cargo de PCA da Sonangol pôs fim ao negócio que dava milhões de dólares a Carlos São Vicente. Os 900 milhões congelados, suspeitam dois ex-directores da petrolífera, saiu da empresa pública.

A asseguradora AAA, de Carlos São Vicente, detinha o monopólio na Sonangol, dados divulgados pelo semanário Valor Económico, revelam de 2016 para 2017, os custos de seguros reduziram de 4.791.056 para 2.552.122 mil kwanzas. Sucedeu com ascensão de Isabel dos Santos a gestão da petrolífera, com a implementação do programa Sonalight, centrado na redução de despesa com fornecimentos e serviços externos, através da negociação de contrato.

“O programa Sonalight já identificou 1,2 biliões de dólares e permitiu a implementação de mais de 315 milhões de dólares de poupanças anuais parte das quais em 2016”, lê-se no relatório referente ao exercício de 2016.

Dois ex-directores precisam, cita a fonte, o negócio com a seguradora de São Vicente “era um negócio que todos sabiam, mas poucos tinham poder para acabar”. Acrescem mais: “É ingenuidade acreditar que era um negócio que apenas beneficiava Carlos São Vicente. E, como este, existem outros, daí a sugestão da auditoria.”

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