Empresa de águas nega acusações dos bombeiros
A Empresa de Águas e Saneamento do Lobito (EASL-EP), negou as acusações feitas pelos bombeiros, de que um funcionário supostamente se recusou em abastecer as viaturas para extinção do incêndio ocorrido nesta segunda-feira, no Lobito.

O chefe de Operações dos Bombeiros no Lobito, Jorge David, considerou, em declarações à imprensa, negativa a atitude de um funcionário da EASL, que supostamente teria se recusado a reabastecer as viaturas a partir da girafa do Bairro da Luz, atrasando a intervenção.

Numa nota de imprensa, a  EASL avança que, apesar de ter havido, no primeiro carregamento, um desentendimento entre o operador e o agente dos bombeiros, tal não impediu o abastecimento do camião cisterna.

A empresa lamenta o sucedido e adianta que apurará as razões do incidente, uma vez que não é esta a sua postura  dentro do seu objecto e responsabilidade social, assim como detém as melhores relações possíveis com todas as instituições públicas e privadas.

A EASL lamenta, igualmente, o facto de ter ocorrido a detenção do seu funcionário, sem nenhuma comunicação dos órgãos afins.

O incêndio de grandes proporções destruiu a farmácia e o depósito de medicamentos do Hospital Geral do Lobito (HGL), na província de Benguela, sem causar vítimas.

Fonte: Angop

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