Arqueólogos descobrem corpos de homens que morreram há 2 mil anos


Recentemente foram descobertos restos mortais de dois homens que morreram na erupção do vulcão que destruiu a cidade de Pompeia na Itália, há quase 2 mil anos.

Os arqueólogos acreditam que um era provavelmente um homem de estatuto social elevado e o outro o seu escravo.

O nobre teria entre 30 e 40 anos e foram encontrados sob o seu pescoço vestígios de uma manta quente de lã, o outro homem teria entre os 18 e os 23 anos e pelo estado das suas vértebras, os investigadores acreditam que era um escravo que fazia trabalho manual.

De acordo a BBC, o o diretor do Parque Arqueológico de Pompeia, Massimo Osanna explicou que os dois homens estavam provavelmente à procura de refúgio da erupção "quando foram arrastados. 

Massimo Osanna descreveu esta descoberta como "um testemunho incrível e extraordinário" da manhã em que o vulcão entrou em erupção.

Recorde-se que a cidade romana de Pompeia destruída quando o Monte Vesúvio entrou em erupção em 79 d.C.. A erupção enterrou a cidade em cinza, o que fez com que tanto os bens como as vítimas tivessem ficado preservadas no tempo e tornando o local rico em descobertas arqueológicas.

As escavações vão continuar no local, perto de Nápoles, mas continua encerrado turistas devido às medidas para combater a pandemia.

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