Cantora Helga Fety pede ajuda ao Presidente da República


A Cantora Helga Fety, foi vítima de intimidação, violência física e verbal e invasão por parte de militares, por causa de um espaço que lhe foi cedido para construção de um parque infantil.

Vizinhos que assistiram o escândalo dizem que no passado dia 11 de Outubro dois militares invadiram o espaço, com uma patrulha, cortaram as árvores, um deles empurrou os trabalhadores, a cantora e a mãe, ameaçando-os aos gritos com ofensas, tentou bater-lhes com martelo, recebeu o telemóvel da cantora e quis parti-lo, o outro ficou a assistir e depois tentou intimida-la com ameaças, a cantora estava com a perna engessada recentemente operada e de repouso médico, parecia aflita com a situação, tentou resolver legalmente, porém mais uma vez nada se fez.

A Cantora apelou ao Presidente da República, José Eduardo dos Santos, e a quem é de direito, ‘’porque já não sei a quem recorrer quando já tratei do assunto legalmente e nada adiantou apesar de estar documentada". Helga Fety diz ainda que sabe separar as águas que o erro é humano e não das instituições porém existe liderança nas instituições justamente para se fazer sentir a lei.

Inicialmente Helga Fety não quis declarar nada, mas por ver-se aflita diz já não saber como resolver a situação, tentou de forma legal tratar do assunto junto a procuradoria, possui todos os documentos legais e mesmo assim as pessoas agem por força própria e não acontece nada, tentam intriga-la perante aos demais vizinhos e usam da força para usurpar a posse do espaço cedido à ela, "eles pediram o mesmo espaço porém depois de mim e só porque não o conseguiram de forma legal, usam da força, da intriga e da corrupção para consegui-lo.

No pretérito dia 10 de Novembro, apesar de ter todos os documentos passados pela administração a autorizar a sua posse e a obra, passaram senhores que se diziam ser fiscais, sem ter sido primeiramente notificada ou avisada em nenhuma circunstância nem solicitada a sua documentação, partiram a sua obra, removeram as chapas e levaram todo o material num valor superior a 800 mil Kz. 

Os vizinhos alegam que os supostos fiscais foram mandados pelos senhores Arlindo Francisco, coronel da FAPA e Idílio, tenente-coronel e dono do colégio Pitruquinha, os populares dizem ainda que ‘’eles sentem-se donos do Patriota têm o hábito de privatizar os espaços públicos’’.

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