Angolanos explorados por chineses clamam por ajuda


Mais de 30 trabalhadores do Casino Baoli em Luanda, são supostamente explorados por cidadãos chineses e clamam por ajuda.

Numa denúncia que a Angola-Online teve acesso, feita por Cláudio IN, jornalista da Rádio Despertar, dá conta de que, mais de 30 trabalhadores do Casino Baoli, situado na Via-expressa ( Sentido Benfica/Kilamba),, denunciam actos de maus-tratos. 

Um dos trabalhadores, salientou que estão há mais de 3 anos sem férias, subsídios  nem tão pouco têm direito a justificar as faltas.

"Somos mais de 30  trabalhadores, trabalhamos nesta empresa desde 2016 outros desde 2017, mas nunca tivemos férias, subsídio de férias, décimo terceiro, nem subsídio de Natal. Na empresa não existe faltas justificadas" , disse .

Segundo a denúncia, quando um dos funcionários se sente mal no local de serviço e a empresa leva ao hospital, no final do mês é feito um  desconto pelo valor que empresa gasta na consulta.  

por cada falta, são  descontados 15 mil kwanzas. caso uma funcionaria der a luz, fica em casa sem nenhum salário até ela achar que já pode trabalhar para receber o salário. Quem perder um irmão ou alguém muito próximo, a empresa não apoia em nada e ainda, o trabalhador fica sem salário durante o tempo que estiver de luto.

Os trabalhadores alegam estar desde abril sem os respectivos salários, têm tentado fazer negociação com a empresa para receberem pelo menos 30%, mas o a empresa recusam-se alegando que não têm dinheiro. 

"Depois de tantas insistência, o dono da empresa deu-nos 15 mil kwanzas e 20 máscaras para cada um de nós vender cada mil kwanzas e ficarmos com o dinheiro, caso consigamos vendê-las", disse um dos trabalhadores.

Segundo constatou Angola-Online, numa ronda efectuada, recentemente, nos referidos estabelecimentos de jogos de azar, para além dos postos polícias existentes nos locais para garantir a segurança (sabe-se lá de que), estes casinos servem de albergues para à máfia “organizada” chinesa.

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