Nuno Dala considera normal atitude do Comandante Panda
O docente universitário e activista, Nuno Álvaro Dala, implicado no mediático caso 15+2, considera moral a atitude Comandante Panda de ter posto o cargo à disposição.

Não pare agora... Tem mais depois da publicidade

Não pare agora... Tem mais depois da publicidade

Segundo Nuno Álvaro Dala, numa publicação vista pela Angola-Online, afirma que “em qualquer país normal, um titular de cargo público (TCP) pode (deve) colocar o cargo à disposição ou ser exonerado em dois momentos” que são:

  • (1). Quando se envolve VOLUNTARIAMENTE (deliberadamente) numa situação que lhe retira a autoridade moral ou política que o cargo exige ou requer; 
  • (2). Quando o TCP fica envolvido numa situação comprometedora, mesmo que tal não tenha sido por vontade própria (de forma deliberada).

Sendo que, o Alfredo Eduardo Manuel Mingas “Panda” esteve envolvido num acidente há uma semana quando o carro em que seguia, uma viatura de marca Mercedes Benz, modelo AMG 530, embateu com outro veículo num cruzamento, tendo morrido os dois ocupantes do segundo carro.

Nuno Dala enquadra esta ocorrência no segundo momento, “nada indica que o CGPN tenha concebido, planejado e executado a tragédia de 24 de Julho. Foi um A-C-I-D-E-N-T-E. O CGPN envolveu-se numa situação indesejável, mas tal não decorreu da sua vontade ou deliberação”,

“Só que, por outro lado, o acidente, embora não seja algo que nos leve a designar o CGPN de assassino (à luz da ética e do direito, pois tratou-se de acidente), AINDA ASSIM, ELE DEIXOU DE ESTAR EM CONDIÇÕES MORAIS E POLÍTICAS PARA CONTINUAR NO CARGO”, escreveu.

Já  exonerado pelo presidente da República, João Lourenço, a seu pedido, Alfredo Mingas "Panda", decidiu colocar o seu cargo à disposição, para afastar qualquer suspeita de que poderá intervir nas investigações sobre o acidente que corre os seus trâmites legais.

REAÇÕES

COMENTÁRIOS