Opinião de Osvaldo Manuel: "Sobre o aborto eu e os meus adoráveis botões"


Reflectindo com os meus botões sobre a questão da penalização absoluta ou não do aborto.
DR

Sobre o autor: Osvaldo Pinga Sumbo Manuel, aspirante a psicólogo do trabalho (escrevendo monografia), gosto de observar e reflectir sobre os fenómenos sociais e concomitantemente escrever linearmente o que observo e reflicto (apaixonado pela observação, reflexão e pela escrita)

Ora bem, dentro da minha ignorância intelectual, emitirei superficialmente a minha modesta opinião sobre o assunto, pós bem, entendo que é "absurdo" paradoxal penalizarmos o aborto em absoluto ou seja em todas as circunstâncias em que venha ocorrer, independentemente de como o feto foi concebido, se impõe riscos ou não a integridade física, psíquica inclusiva a vida da própria gestante. 

Entretanto, particularmente advogo e apoio a ideia da penalização do aborto desde que seja previsto os casos pontuais, porque sou a favor da vida e a nossa constituição prevê o direito a vida, não obstante reitero também a minha defesa quanto as excepções que deve haver no que tange as penalizações. 

A verdade seja desvendada e dita de forma clara e objectiva, nem todo feto é viável e a viabilidade do feto depende sem sobras de dúvida das circunstâncias em que o mesmo foi concebido. Portanto um feto inviável ou uma criança indesejado fruto de situações menos católicas é um problema sério para a sociedade. 

Em forma de remate final, entendo que as excepções colocam-se em seguintes casos: 

Em caso de violação sexual; 

Em caso do feto perigar a saúde em termos anatómico ou fisiológico ate psíquico da gestante; 

Em caso de má formação congénita; 

Em caso do feto perigar a vida da própria gestante 

Att: Nesses casos pressuponho que o poder decisório deverá depender única e exclusivamente dos cônjuges, enfatizando a gestante, os familiares nalguns casos pontuais.

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