Opinião: “Rabotização” da nossa sociedade “Obsessão pelo rabo”


Ora bem, considero como principal foco nessa abordagem reflexiva e apelativa a mulher angolana, com maior ênfase a mulher jovem da cidade capital que transmitem-me uma baixa auto-estima e auto-aceitação no que tange as características físicas naturais, sem descurar obviamente das mulheres de outras províncias do país.

Contra factos não há argumentos, trago para os prezados leitores da Angola-Online uma temática julgo pertinente, profundo e bastante actual nos dias que decorrem, dentro e fora das nossas fronteiras bio-psico-socio-cultural, que nos convidará evidentemente a auto-reflexão, basta olharmos desapaixonadamente, com o olhar realista e atencioso daremos conta de que as sociedades estão cada vez mais dinâmicas nos dias de hoje, fruto da globalização e da nova era tecnológica, e essas transformações acarretam indubitavelmente consigo inúmeras influências positivas e negativas sobre tudo na faixa etária mais jovem, por estes ainda não terem o seu carácter totalmente formatado, daí a maior incidência.

Tendo em conta as dinâmicas dos grupos e aculturação que as sociedades estão propensos, os indivíduos enfatizando as mulheres começaram a desenvolver outras mentalidades, que resultou em mudança drástica de certos comportamentos, ora ajustados aos princípios e valores humanos que cinge literalmente no amor-próprio e ao próximo, auto-aceitação e aceitar o outro na sua singularidade, individualidade, ora desajustados a natureza humana tendo em conta o fenómeno psíquico que se instalou.

Fenómeno este que designo de auto-rejeição ou ainda de auto-negação pelas características físicas naturais, com vista a satisfação do ego exigente recorreram e ainda recorrem incansavelmente a reajustes corporais, submetendo-se algumas com poder económico em cirurgias plásticas desafiando a lei da natureza humana, outras vão ao ginásio não propriamente em busca saúde, não obstante do RABO avantajado, temos aquelas que optam pela fórmula mais barata e prática receitas caseiras, que cinge na injecção de substâncias químicas misturados com o caldo de galinha no RABO e na coxa, perigando desse modo a própria vida, como a criatividade feminina é infinita ainda temos casos de mulheres que usam enchimentos no RABO e na coxa.

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