Vice-presidente do CNJ acusado de ameaçar jornalista


O Vice-presidente do Conselho Nacional da Juventude – CNJ, Massangano Domingos é acusado de estar a ameaçar jornalistas por terem denunciado em sites e portais de notícias, as supostas guerra contra executivo de João Lourenço.

P U B L I C I D A D E

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O Jornalista Kiteculo Caluessa, recebeu uma chamada telefónica de Massangano Domingos identificado como vice-presidente do CNJ a ameaça-lo por ter denunciado o comportamento desafiante daquela organização contra o poder instituído no país.

O jovem jornalista colaborador do Portal Alta Política, disse ter áudio da chamada gravada a ser divulgado em momento oportuno.

Segundo consta no AO24, Massangano Domingos, Vice-presidente do CNJ é que volta e meia tem induzido em erro o presidente do CNJ Tingão Mateus a ter comportamento menos dignificante que ferem com os preceitos pelas quais foi criado o Conselho Nacional da Juventude e que permanentemente estes comportamentos menos dignos têm sido divulgados em vários órgãos de comunicação social, falado e escrito.

Este, é tido também como o principal elemento que levou a divisão e o descalabro do Secretariado Nacional do CNJ e do afastamento das principais organizações membro as actividades desta plataforma, que devia ser de unidade.

Lembra-se que uma demorada conferência de imprensa conjunta entre o Movimento Estudantil Angolano, MEA liderado por Joaquim Lutambe e o Conselho Nacional da Juventude, CNJ liderado por António Tingão, serviu para lançar ameaças ao executivo angolano a recuar das cobranças de propinas protagonizada pela Universidade Agostinho Neto. Esta informação já foi refutada pelo CNJ.

O posicionamento das duas instituições foi apresentado na manhã dessa terça-feira dia 08 de janeiro de 2020 nas instalações do Conselho Nacional da Juventude.

Segundo áudio nas redes sociais, divulgado pela emissora Católica "Rádio Ecclésia", colhido na referida conferência de imprensa, a Universidade Agostinho Neto arrecada mais de 20,000 milhões de kwanzas anualmente só de cobranças em inscrições e, entretanto, não há qualquer transparência nos destinos dados aos referidos recursos financeiros.

Fonte: AO24

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