Quim Ribeiro em liberdade condicional
O antigo comandante provincial de Luanda da Polícia Nacional, Quim Ribeiro, condenado a 22 anos de prisão maior em 2013, foi posto em liberdade condicional, por ter abrangido na lei de amnistia.

Joaquim Vieira Ribeiro, foi posto em liberdade condicional após ter tido “bom comportamento na penitenciária”, segundo o porta-voz dos serviços penitenciários, Menezes Cassoma, acrescentando que a liberdade deve-se em função de uma decisão tomada pelo Tribunal Supremo Militar.

Quim Ribeiro era acusado de ser o autor moral da morte de Domingos Francisco João, então oficial superior da Polícia Nacional, destacado na Divisão de Viana e o seu amigo Domingos Fonseca Mizalaque. 

Constava da acusação que em Agosto de 2009, alguns réus foram à residência de Fernando Gomes Monteiro, então funcionário do BNA, de onde levaram uma mala com dinheiro e posteriormente, parte do dinheiro foi dividido entre os efectivos que efectuaram a busca e o então comandante Quim Ribeiro. 

O assunto veio a público devido a uma denúncia de Domingos Francisco João, e, Quim Ribeiro, apercebendo-se que Joãozinho sabia de tudo e disposto a revelar a verdade, mandou-o matar, sendo que outra vítima mortal, Domingos Mizalaque, foi morto porque estava a dar boleia ao seu amigo Joãozinho.

A suspeita de envolvimento de Quim Ribeiro nos crimes foi reforçada durante o julgamento por um dos declarantes arrolados no processo. Trata-se de Augusto Viana, que na altura em que se deram os factos era o comandante da divisão da PN no município de Viana.

Fonte: Sapo Notícias

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