Passageiros da TAAG viajam durante 8 horas sem ar condicionado
A companhia aérea TAAG reconheceu, em nota de esclarecimento, que os passageiros do vôo DT 747 operado no domingo, dia 13 de Novembro, com o itinerário Luanda/São Paulo/Luanda "poderão não ter tido a melhor experiência", mas garante que "foi um caso único e não se trata de uma situação generalizada".

A TAAG, na nota de esclarecimento, refere que "relativamente ao voo DT 747 operado no domingo, dia 13 de Novembro, com o itinerário Luanda/São Paulo/Luanda, e após consulta às equipas, a aeronave fez o trajecto Luanda- São Paulo com o sistema de refrigeração funcional, estando os aviões autorizados a voar com apenas 1 PACK (dispensador de ar), isto se o segundo equipamento daquele tipo demonstrar alguma anomalia, como foi o caso".

"Todavia, reconhecemos que os passageiros poderão não ter tido a melhor experiência de vôo, devido ao curto tempo do embarque e condições meteorológicas que não terão contribuído para a melhor refrigeração da aeronave", refere a TAAG na mesma nota, que dá conta de que no trajecto de regresso, ou seja, São Paulo-Luanda, foram tomadas precauções para a melhor refrigeração em terra da aeronave de forma a mitigar a sensação térmica no interior da aeronave.

E destaca: "Importa realçar que este foi um caso único e não se trata de uma situação generalizada".

Segundo a companhia de bandeira nacional, "estas situações não são incomuns dentro da operação de transporte aéreo, pelo que, de todo o modo, as equipas estão sinalizadas para a recuperação do aparelho dentro da manutenção entretanto programada".

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