Pagamento aos árbitros do Girabola vai custar 10,2 milhões de kwanzas


Com o interregno nos últimos dois anos, em que os clubes estavam «livres» das despesas, devido às ajudas do consórcio da FAF, com o arranque da 45.ª edição do Girabola, o pagamento aos árbitros volta a ser responsabilidade das equipas e com uma nova tabela, segundo a qual, em 15 jogos em casa, cada formação irá gastar 10,2 milhões Kz em toda a época, apurou este semanário.

Com o término do patrocínio do consórcio da Federação Angolana de Futebol (FAF), constituído por três empresas públicas, nomeadamente SONANGOL, SODIAM e ENDIAMA, a partir deste sábado, 24, com o arranque da 45.ª edição do Campeonato Nacional de futebol da primeira divisão, denominado, cada equipa do Girabola, ao jogar na condição de anfitrião, passará a responsabilizar-se pelas despesas de arbitragem, soube o Novo Jornal de fonte ligada ao Conselho Central de Árbitros.

Para os 15 jogos caseiros, durante a época 2022-2023 do Girabola, cada equipa participante vai transferir, por época, 10,2 milhões de kwanzas para as coordenadas bancárias do Conselho Central de Árbitros da FAF, valor referente ao pagamento da despesa dos homens do apito, apontam cálculos deste semanário, baseando-se na tabela aprovada esta semana.

Só em uma partida, o visitado terá de gastar, dois dias antes da realização, um montante equivalente a 835 mil Kz, dos quais 170 mil Kz são para o comissário de jogo, 165 mil para o árbitro, 165 mil para cada árbitro-assistente e 160 mil para o quarto árbitro, apontam dados da última tabela actualizada, em posse deste jornal.

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