Onda de assassinatos em Luanda deixa SIC preocupado


Segundo uma conferência de imprensa, Amaro Neto, director provincial de Luanda dos Serviços de Investigação Criminal (SIC), revelou que em Janeiro, a capital angolana (Luanda), já registou mais de sete casos de assassinatos.
NG

Dentre estes casos registados, o SIC garante ter já resolvido o caso da morte do libanês Amim Bakri, ocorrido à 1 de Janeiro. Quando apresentou na manhã desta quarta-feira, 18, quatro cidadãos de nacionalidade angolana que supostamente terão assassinado o mesmo.

“O móbil do crime, longe de outras conotações visou essencialmente, o roubo de valores monetários ou outros bens de valores que o finado eventualmente pudesse ter na altura, susceptível de serem comercializados com o propósito de conseguirem dinheiro para suas disbundas como se diz na gíria, tal como fizerem aludir no inquérito a que foram submetidos”, dissertou Amaro Neto. 

O director do SIC, Amaro Neto, numa conversa amena com os jornalistas, incentivou a população Luandense a evitarem qualquer confronto com os meliantes em caso de assalto.

“Diante de qualquer roubo, devemos evitar qualquer gesto, temos que colaborar com o bandido”, defende o director.

De recordar que dentre estes assaltos, constam do jornalista Yuri Canda, de 23 anos de idade, que foi morto dentro da sua residência, Mila da Gama, de 42 anos de idade, também foi encontrada morta na sua própria casa, de Celinia Izaquiel, 12 anos, foi encontrada morta na arca da residência da mãe e do DehDeh (Mauritano), de 35 anos, morto durante um assalto e outros.

VOA

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