Jornalistas em Angola recebem ameaças e sofrem atentados - Perseguição em alta
Nas últimas semanas aumentaram os casos de intimidação aos jornalistas. Pessoas estranhas ameaçam e espalham pânico a classe.

Primeiro da sede do Sindicato dos Jornalistas despareceu a CPU do computador. Estranhamente a porta nem a janela foi esforçada. Dias depois a CPU foi devolvida agarrada numa corrente. O secretário-geral, Teixeira Cândido recebeu ameaças via telefonema, com número estranho.

Na mesma semana, o jornalista da MFM, Romão de Jesus, recebeu ameaças através de um telefonema. Não tardou, ao sair da rádio foi atacado. Os homens estranhos levaram o telemóvel.

O jornalista e director do jornal Expansão, João Armando, sofreu também ataque. Elementos estranhos entraram no seu escritório sem arrombar nenhuma porta, levaram os seus computadores. 

Quem também foi alvo é a correspondente da Lusa em Angola, levaram o seu computador.

A queixa foi aberta nos Serviços de Investigação Criminal (SIC). Os jornalistas sentem-se inseguros e falam, categoricamente, em perseguição.

A estes casos junta-se a terceira tortura, só neste ano, a mulher do profissional Cláudio In, da rádio Despertar, por sinal sobrinho do presidente da UNita, Adalberto Costa.

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