Greve nos tribunais do país começa amanhã


Os oficiais de justiça cruzam os braços.

A 26 de Julho, o secretário-geral do Sindicato dos Oficiais de Justiça de Angola (SOJA), Lázaro Binjola, garantia ao Novo Jornal que já tinha sido remetido um documento em que informavam o Ministério da Justiça e dos Direitos Humanos sobre a possibilidade de uma greve de cinco dias, caso não se procedesse à inserção dos promovidos, dando cumprimento ao acordo assinado.

De acordo com o sindicalista, nunca houve um encontro prévio para discussão da situação e a entidade empregadora "fechou-se em copas".

"Nós a nível do SOJA dirigimos um ofício a 13 de Maio último, ao ministro Francisco Queirós e ao Conselho Superior da Magistratura Judicial (CSMJ), pedindo esclarecimentos sobre o andamento do processo", referiu.

Lázaro Binjola salientou também que o processo ficou encerrado no mês de Janeiro e que foi entregue ao Ministério das Finanças em Fevereiro para que fossem inseridos os oficiais promovidos. Entretanto, a única resposta que o sindicato teve por parte do Ministério da Justiça e dos Direitos Humanos não foi satisfatória.

A greve deverá atingir todos os tribunais de primeira instância no País e termina na sexta-feira, 10, caso não haja nenhum acordo.

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