Governo angolano vai agir com lisura, serenidade e imparcialidade no caso IURD


O Governo angolano descarta a possibilidade dos problemas internos da Igreja Universal afectarem as relações com o Brasil.

Depois de apresentar hoje, segunda-feira, o ponto de situação do caso IURD aos deputados na Assembleia Nacional, o ministro da Justiça e Direitos Humanos, Francisco Queiroz, a falar à imprensa deixou claro o problema é interno e “não são questões políticas.” Pelo que não afectam longa relação de amizade entre o Estado angolano e brasileiro.

O ministro refere no processo não existe favorecimento de partes, entretanto, o Governo “deve agir com lisura, serenidade e imparcialidade para que o processo decorra de acordo com o que o estabelecido pelas leis do país.” Fez saber, por outro lado, está decorrer na Procuradoria-Geral da República dois processos-crimes.

“O primeiro processo-crime resulta de uma queixa de pastores angolanos que fizeram denúncias sobre práticas que indiciam crimes. O outro processo é uma queixa de bispos de nacionalidade brasileira da IURD contra pastores angolanos, que tem a ver com os últimos acontecimentos, como apropriações de imóveis e outros bens”, detalhou.

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