Estudo revela lacunas de cibersegurança em Angola


Estudo da EY revela que a temática de cibersegurança é considerada à posteriori pelas empresas nacionais, apesar do crescente número de ataques exponenciais, recentemente, pela covid-19.

Em comunicado enviado a redacção da Angola-Online, revela que as organizações nacionais falham ao não considerar riscos de cibersegurança nas fases iniciais das recentes iniciativas digitais. Agentes maliciosos internos são o motivo conhecido, e mais comum, do ciberataque em Angola.

 A consultora EY, líder global em auditoria, assessoria fiscal, assessoria de transacções e assessoria de gestão, realizou a vigésima segunda edição do EY Global Information Security Survey (GISS) no final de 2019, onde sondou líderes de 1300 organizações de vários países, nomeadamente Angola.

Na presente edição do GISS, a EY preparou, exclusivamente, um relatório específico nacional, onde é possível encontrar o estado actual da situação da cibersegurança no país, assim como os desafios que os líderes das organizações enfrentam actualmente. 

O certo é que, apesar do crescimento generalizado de ciberataques, apenas um terço das organizações nacionais, afirmam que a função de cibersegurança é parte activa nas fases de planeamento de uma nova iniciativa de negócio. 

Note-se que quase 50% das organizações enfrentaram um número crescente de ataques disruptivos nos últimos 12 meses, nos quais 16% dos ataques de cibersegurança, bem-sucedidos, foram feitos por activistas, e 19% por agentes maliciosos internos.

Pode adquirir o relatório na integra a parir do  garciaalberto@youngnetworkgroup.com

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