Coronavírus coloca Sonangol em alerta


A empresa angolana, Sonangol, deu início hoje a um processo de rastreio de funcionários à entrada do edifício, no âmbito das medidas de prevenção ao Covid-19.

Segundo o diretor de Comunicação e Imagem da Sonangol, Dionísio Rocha, trata-se de uma ação "meramente preventiva", tendo em conta o número de funcionários da empresa.

"Temos aqui um edifício que tem aproximadamente 2.000 pessoas, e considerando as medidas profiláticas que estão a ser tomadas no país, nós também optamos por fazer aqui no nosso edifício", referiu o responsável.

O processo gerou uma concentração de funcionários à entrada da empresa.

"São feitas aquelas perguntas base, se esteve fora ou não, medir a temperatura e oferecer um gel à entrada, mas é uma ação meramente preventiva, nada de pânico", explicou.

Dionísio Rocha frisou que o processo vai continuar nos próximos dias, dentro das medidas de sensibilização que estão a efetuar junto dos colaboradores da empresa.

"O processo está a começar, temos vários profissionais nas nossas entradas de modo a facilitar o processo, naturalmente, como foi o primeiro dia, as pessoas estão ainda a familiarizar-se, mas é um processo que demora menos de um minuto", realçou o responsável, sublinhando que há horas em que é maior número de pessoas.

O Ministério da Saúde anunciou que além dos dois centros de quarentena existentes, um dos quais passará a unidade de tratamento para o eventual surgimento de casos, vai criar um espaço específico do género para as petrolíferas que operam no país.

Angola registou até ao momento três casos suspeitos de Covid-19, de dois cidadãos chineses e um croata.

Na lista de restrições de entrada no país estão a China, o Irão, a Coreia do Sul e a Itália.

Fonte: Lusa

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