«Não é possível opinar causas da morte» do funcionário da PGR
O director interino de medicina legal do SIC, médico legista Aurério Ngueve, fez saber que a morte de Lucas Chivukuvuku, foi violenta, “está por se esclarecer” as causas.

Em entrevista à Rádio Nacional de Angola, na tarde de hoje, o médico legista Aurério Ngueve, disse “os resultados da autopsia que serão oportunamente apresentados revelam, de facto, que se trata duma morte violenta, neste momento do ponto de vista legal não é possível opinar sobre a causa jurídica da morte.”

Quanto aos sinais de espancamento que a família diz a vítima ter, o médico legista adiantou que em acidentes também há “lesões traumáticas” e, “só o resultado por si só dirá.” Por outro lado, esclareceu que Lucas Chivukuvuku não morreu asfixiado, de acordo a autopsia. 

Para saber a causa jurídica da morte, será avaliado o veiculo automóvel e o local onde ocorreu o acidente de viação, adiantou o director interino de medicina legal do SIC, dando a saber o processo é complexo.

Por sua vez, a PGR, em comunicado de imprensa, esclareceu que o seu funcionário não tinha contacto com casos sensíveis, nem sofria perseguição e, morreu em consequência de acidente de viação.

Redacção e imagens de arquivo

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