Médicos angolanos vivem em péssimas condições de vida
Um estudo preliminar realizado pelo centro de estudos da Faculdade de Medicina da Universidade Agostinho Neto, garante que 41.6% dos médicos angolanos estão insatisfeitos com as condições de salariais e um terço considera ter uma qualidade de vida muito má.

De acordo com o estudo que Angola-Online teve acesso, 70% dos médicos de diversas unidades sanitárias que foram inqueridos, sentem-se arrependidos de ser profissionais da área da saúde.  

"São muitas as reclamações que são apresentadas, como as condições de trabalho, por exemplo, algumas delas as direcções dos hospitais conhecem, a ordem dos médicos conhecem, mas continuam sem respostas", explicou Kavungu André, membro do Centro de Estudos Avançados de Educação Médica da Faculdade de Medicina da Universidade Agostinho Neto.

 O resultado do inquérito foi apresentado durante o primeiro encontro dos Médicos Internos de Angola, numa realização da Associação dos Médicos de Angola (AMA), sob lema "Panorama do Internato Complementar Médico em Angola".

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