Estado sai do BAI, BCI, Banco Económico e Caixa Angola
O Estado vai vender, a partir de 2020, as participações que detém, directa e indirectamente, através da Sonangol, em quatro bancos, nomeadamente, BAI, BCI, Banco Económico e Banco Caixa Geral Angola.

O Decreto Presidencial nº. 250/19 de 5 de Agosto, que aprova o Programa de Privatizações para o período 2019-2022 (PROPRIV), revela que serão alienadas 195 empresas, ou activos de empresas.

A participação no BAI é de 8,5%, via Sonangol Holding, e segundo o PROPRIV a privatização inicia-se em 2020. Também no Banco Caixa Geral Angola o Estado está presente através da Sonangol (25%) e Sonangol Holdings (1%). A privatização inicia-se em 2020.

No BCI, o Estado detém 93,6% directamente, estando presente ainda por via da Sonangol (1,13%), Endiama (0,45%), ENSA (1,13%), TCUL (0,45%), Porto de Luanda (1,13%), TAAG (1,13%), Angola Telecom (0,45%), Serval (0,45%) e Bolama (0,08%). O documento indica que o início da privatização ocorrerá igualmente em 2020.

No Banco Económico, o Estado está presente via Sonangol, que nesta semana reforçou a sua posição para cerca de 70%. O processo de venda terá início em 2021.

O Estado está ainda presente de forma indirecta noutros bancos, como o BFA, por exemplo, por via da Unitel, que é parcialmente detida pela estatal Unitel.

Fonte: Mercado

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