Dono da televisão portuguesa SIC aposta na desestabilização de Angola, diz José Ribeiro
Em editorial publicado na edição de 25 de Dezembro, do Jornal de Angola, o director deste jornal, José Ribeiro, atribuiu a culpabilização das doenças que assolaram Luanda no ano passado e meados deste ano, a empresa portuguesa Mota-Engil.

"No ano de 2015, de grande significado para os angolanos, a empresa lusa Mota-Engil foi contratada para reabilitar todos os passeios e ruas da cidade de Luanda. Durante as obras, a construtora vedou com alcatrão toda a rede de esgotos, sarjetas e valas de drenagem das ruas. Quando nesse ano as fortes chuvas chegaram, as ruas ficaram transformadas em rios e no sítio dos esgotos abriram-se crateras que ainda hoje se vêem. Com a acumulação de charcos e lixo, as condições de saúde na capital angolana degradaram-se. A cidade foi assolada por um surto de febre-amarela.’’

José Ribeiro acresceu acusando o dono da televisão portuguesa SIC, de investir na desestabilização de Angola.

‘’A crise só foi ultrapassada com a substituição do governo provincial, mas serviu de base a uma reportagem asquerosa da SIC, televisão de outro multimilionário, Francisco Pinto Balsemão, que aposta igualmente na desestabilização de Angola. O canal enganou os telespectadores tratando o assunto como se fosse algo recente", escreveu José Ribeiro.

Angola 24 horas

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