Dirigentes do MPLA e UINTA constituídos arguidos em Espanha
De acordo a imprensa espanhola, pelo menos, 27 pessoas estão envolvidas em diversos crimes de corrupção, na Espanha, envolvendo a venda de material e armamento à Polícia Nacional, dentre eles, altos dirigentes do MPLA e um membro da UNITA.

Segundo a fonte da Angola-Online, um processo judicial foi aberto à empresa espanhola Defex por suposta fraude em onze contratos para o fornecimento de armas e equipamento militar a Angola e em outros países. 

A Justiça espanhola acusou formalmente cidadãos angolanos envolvidos em actos de corrupção que se consubstancia na recepção de somas de valores monetários vindos da empresa espanhola. 

A extensa acusação de 237 páginas afirma que entre os angolanos subornados estão o antigo chefe Estado-maior do Exercito, General das Forças Armada Angolanas, Armando da Cruz Neto, o antigo Vice-Ministro da Defesa, na era do Governo de Unidade e Reconciliação Nacional, GURN, actualmente Deputado a Assembleia Nacional pelo Grupo Parlamentar da UNITA, Demóstenes Chilingutila e o ex-comandante geral da Polícia Nacional, comissário-geral, Ambrósio de Lemos.

O julgamento do caso denominado “Angora”, decorre na Audiência Nacional, instância localizada na capital de Espanha, Madrid.

Fonte: Correio Kianda

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