Angola vai reduzir o máximo possível o pessoal externo das embaixadas, por razões de carências financeiras, fez saber o ministro das Relações Exteriores, Georges Chikoti.

Em declarações à Rádio Nacional de Angola, o ministro frisou que numa primeira fase não será fechada nenhuma embaixada, o que poderá acontecer é "redução drástica do pessoal externo das embaixadas".

"Tudo dependerá de sabermos quanto o Governo de Angola poderá disponibilizar para manter a sua diplomacia activa. Se acharmos que, mesmo com a redução de pessoal, até um certo nível não conseguimos nos manter, então poderemos evoluir para o encerramento de algumas missões", explicou.

O governante garantiu que antes das eleições não procederá o encerramento de missões diplomáticas.

"Estamos a trabalhar com algumas dificuldades, por carência financeira, mas, eventualmente, não é muito possível fazer uma reforma a oito meses das eleições. Provavelmente se fizer alguma reforma na área, ela poderá ocorrer depois das eleições", garantiu.

Tendo em conta que nada é certo até ao momento, Georges Chikoti mostrou que encerrar missões é sempre a parte mais difícil e tem custos maiores e reduz a influência do país.

Ministério da Comunicação Social Angolana

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