Acidente ou assassinato?
A Polícia Nacional esclareceu hoje, que Lucas Chivukuvuku, funcionário da PGR morreu em consequência de acidente de viação, mas a família descorda e diz em se tratar de assassinato e ter provas.

Em comunicado que a Angola-Online teve acesso hoje, a Polícia Nacional esclarece que Lucas Chivukuvuku, morreu em consequência do capotamento da viatura ao serviço de táxi, com a matrícula LD-41-01-FQ, onde seguia, de regresso a casa. 

“O facto ocorreu quando a mesma conduzida no acto pelo cidadão identificado como João Catarina Eduardo de 29 anos de idade, que conduzia com uma Taxa de Álcool no Sangue (TAS) de 1.05gls, que ao descrever a rotunda por baixo do viatudo da UOL/Deolinda Rodrigues, no sentido poente, perdeu os travões e ao tentar dominar o veículo, embateu no lancil o que originou o tombamento da viatura”, esclarece a PN, dando a conhecer o corpo de Lucas Chivukuvuku foi encaminhado a morgue do Hospital Maria Pia.

Apesar do esclarecimento da PN, a família na voz do tio da vítima, Abel Chivukuvuku, em declarações à rádio Ecclesia, na manhã desta segunda-feira, na morgue central, onde se fez a autópsia, revelou ter provas que o sobrinho foi assassinado.

“Há um jeep que foi a casa dele na noite de quinta-feira, provavelmente foram buscá-lo para o assassinar. São vários indicadores, temos nomes, número de telefones”, revelou Abel Chivukuvuku, avançando igualmente que, as provas serão entregues a PGR.

Lucas Chivukuvuku, investigava casos de corrupção envolvendo altas figuras da nossa sociedade e, segundo o tio Abel Chivukuvuku, bloquearia algumas contas bancários dos investigados na sexta-feira, o que não veio acontecer porque conheceu a morte na noite de quinta-feira.

Fonte: PN e Rádio Ecclesia

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